Presidente Prudente

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Presidente Prudente, no interior de São Paulo, foi destaque no evento do Instituto Trata Brasil, “Exemplos em Saneamento Básico Municípios provam ser possível universalizar serviços e reduzir perdas de água 2017”, pelo bom desempenho rumo à universalização do saneamento na cidade.

Atualmente, a cidade abastece 100% da população. O município realiza coleta de esgoto de 99,6% dos habitantes e 100% do volume do esgoto gerado é tratado.

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS), plataforma de indicadores do Ministério do Desenvolvimento Regional, mostram a seguinte série histórica do município:

Ano  Indicador de atendimento total de água (%) Indicador de atendimento total de esgoto (%) Indicador de Esgoto Tratado por água consumida (%)
2014 99,7 97,6 84,04
2015 100 100 85,2
2016 100 99 98,7
2017 100 99,5 99,9
2018 100 99,06 100
2019 100 99,6 100
2020 100 99,6 100

 

O INSTITUTO TRATA BRASIL ENTREVISTOU A COMPANHIA DE SANEAMENTO O INSTITUTO TRATA BRASIL ENTREVISTOU A COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO O INSTITUTO TRATA BRASIL ENTREVISTOU A COMPANHIA DE SANEAMENTO O INSTITUTO TRATA BRASIL ENTREVISTOU A COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO

Que esforços você destacaria como fatores mais importantes na gestão do saneamento local e que fizeram com que se chegasse a esta posição tão boa?   
O planejamento dos investimentos ao longo dos anos, direcionando recursos para prover o abastecimento de água e o esgotamento sanitário dos bairros e distritos de Presidente Prudente, foi fundamental. Diagnósticos dos sistemas, com acompanhamento das demandas futuras, são atividades que estão incorporadas aos gestores dos processos.
Operar o sistema de distribuição de forma adequada, garantindo água com qualidade para todos, é imprescindível. O tratamento da água bruta correto é o passo inicial para a satisfação dos clientes.
A constante gestão das perdas no sistema de água é outro fator muito importante para manter o bom atendimento.

Quais desafios e problemas vocês enfrentaram para a melhoria do saneamento básico da cidade? Como resolveram para chegar nos indicadores atuais?
A gestão dos ativos é essencial. Primeiro com a operação adequada, com manutenção preventiva em redes e equipamentos, garantindo que operem de forma apropriada em todo o tempo.
Também são necessários investimentos para renovar equipamentos e sistemas de distribuição de água e de coleta de esgoto, atendendo às demandas decorrentes do desgaste devido ao tempo de uso e à necessidade de ampliação, na medida em que há o crescimento da cidade.

Investimentos sem uma boa gestão não trazem resultados. E o oposto? É possível ter sucesso com pouco recurso financeiro?
Sistemas de água e esgoto necessitam de investimentos. A quantidade de recursos financeiros envolvidos depende da complexidade do sistema a ser atendido. Sistemas pouco complexos exigem pouco investimento e a manutenção é menor. Quanto mais complexo os sistemas de produção e distribuição de água e de coleta e tratamento de esgoto, mais investimentos na manutenção e operação são necessários para garantir um bom serviço. O cliente deve entender que há custos operacionais vultosos para que a água esteja em suas torneiras 24 horas por dia, bem como para que o esgoto desapareça de sua casa e, depois do tratamento, seja devolvido à natureza com o menor impacto possível.

Que conselhos vocês dariam aos gestores e empresas operadoras de outras cidades para que consigam melhorar os indicadores de saneamento?
Em primeiro lugar, que haja remuneração adequada pelo serviço prestado, buscando o equilíbrio econômico-financeiro da operação do sistema. Em seguida, buscar melhorar índices de qualidade do produto e reduzir perdas no sistema de água. Investir continuamente na manutenção dos sistemas de água e esgoto e na ampliação da cobertura, buscando atender a todos que estejam em sua área de atuação.

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